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Lote - S. M. La Reine Amélie Princesse de France – Mês Dessins

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Leilão: 2952 | Lote: 86118 | Licitações: 34

LIVROS

S. M. La Reine Amélie Princesse de France – Mês Dessins

Mes Dessins (Os meus Desenhos). Mes Endroits Préfeérés (Os meus Logares predilectos). Le Goupy,

Éditeur. Paris. 1926. In fólio (41x28 cm) com [8], 119, [12] fólios.

Exemplar nº 83 de uma única tiragem de 250 exemplares.

Encadernação-pasta do editor, em pergaminho rígido contendo folios soltos. Impressão sobre papel de

linho de alta qualidade com as marcas de água Vidalon e o respectivo escudo armoriado.

Apresenta 119 reproduções de desenhos que ilustram uma seleção do mesmo número de textos (em

português contemporâneo e medieval, francês, espanhol, catalão e inglês), escolhidos e manuscritos pela

Rainha, de obras de Camões, Homero, Becquer, Dante Alighieri, Petrarca, Zorrilla, Gil Vicente, Baudelaire,

Victor Hugo e Alexandre Herculano, entre outros. As ilustrações textuais são excertos de obras que

ocupam por completo a página, ou anotações na margem, ou apenas letras capitulares.

Este álbum apresenta um índice nos últimos fólios com a localização dos panoramas e a origem

bibliográfica dos textos.

Após uma folha inicial em branco, e a folha de anterrosto com a justificação da tiragem, segue-se a folha

de rosto a duas cores (preto e vermelho), 2 fólios com a reprodução de uma nota manuscrita da Rainha,

em português, sobre a colaboração e a morte prematura do Conde de Sabugosa seu amigo fiel, leal e

dedicado, terminando com a intensão da Rainha de dar à luz esta publicação e resumindo que se trata de

uma Obra de Saudade e de Amor pela Pátria.

Seguem-se 3 fólios da Explicação Prévia do Conde de Sabugosa o qual se lembrou de alguns caixotes

ainda por abrir, que seguiam a Rainha nas deslocações do seu exílio, nos quais existiam desenhos do final

do século XIX e da primeira década do século XX, que eram, ao mesmo tempo, "testemunho do

merecimento artístico da Rainha e também a mais linda colecção de objectos de arte religiosa ou profana

que o lápis de um artista pode encontrar: custódias, lápides, píxides, imagens sacras ou históricas, cantos

recatados de conventos extintos, impressões de peregrinações através de museus, igrejas e catedrais que

tornam esta colecção uma verdadeira maravilha que faria a fortuna de um editor". A Rainha exigiu ao dito

Conde - ao recordar o trabalho de explicação dos desenhos da obra «Paço de Cintra» - que trouxesse a

público as explicações artísticas e caritativas do surgimento deste álbum.

Exemplar com acidez generalizada. Muito raro e valioso.

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